quarta-feira, 11 de maio de 2011

A Nova Geração das Empresas

Não estranhe se ele ou ela te chamar de cara, quer você seja homem ou mulher. Se você for chamado de cara, isto não é falta de respeito. É sinal de cumplicidade... e isto é bom.
Não  impeça o cara de começar suas frases com um sonoro "Meu...", do contrário ele  pode ficar mudo!

Eles são dinâmicos, aliás, fazer várias coisas ao mesmo tempo é uma característica forte, e eles não têm paciência para atividades muito longas.
Trabalham melhor em equipes, anseiam por flexibilidade de horário e mobilidade,  demandam planos de carreira (querem ascender rapidamente) e esperam reconhecimento instantâneo de seu trabalho.
Eles gostam de autonomia, mas precisam receber dicas de como está indo o trabalho e o desempenho para, não só corrigir alguma coisa, mas principalmente porque são ‘movidos a elogios’. Este cara demanda constantemente de muito feedback (instantâneo).
Informais, não se intimidam ao expor idéias a seus chefes – o que não é de se estranhar, pois se acostumaram com o apoio e retaguarda dos pais.

Extremamente “acelerados”, eles estão acostumados a ter uma resposta muito rápida. Estes jovens precisam entender o motivo das regras; e, uma vez (bem) justificadas, será mais fácil tê-los como aliados. Um só “por que não ou por que sim” não os satisfaz.
Eles se frustram rapidamente se não encontram o ambiente dos sonhos no trabalho.
Esse cara não tem paciência para promessas do tipo "no futuro, poderá ser promovido etc.".
Em geral, ele não é orientado por fins; ele é orientado por meios - ele quer ter desafios agora, ter reconhecimento agora, viver bem agora. Em muitos casos, depois de seis meses na empresa já diz estar desmotivado! Em suma: ele não lida muito bem com restrições, limitações, frustrações. E você, líder, se conseguir ajudá-lo nisso, não será apenas um mágico... Aí você já está se candidatando a santo!

ENTÃO, POR QUE VALE A PENA CUIDAR BEM DO CARA?
Esse  é o  cara que vai comandar as empresas e o país lá na frente e  que, agora, é uma das suas mais poderosas fontes de inovação - e, portanto, da competitividade da sua empresa.
Além disso, ele não é apenas uma "promessa". Ele também pode ser bom agora. Ele aprende e trabalha com facilidade em rede; ele se interessa ou domina algumas dimensões ou expertises profissionais que geram processos ou produtos inovadores; possui intensa energia que resulta em superação de obstáculos com muitas restrições de qualidade, eficiência e tempo; ele está disponível para a ampliação de fronteiras geográficas, culturais ou de competências; ele não se conforma com desempenho medíocre. Enfim, "bem gerenciado", é um profissional que se pode chamar de "alta performance".

Fonte: http://portal.fgv.br

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